“O silêncio
abre espaço para o encontro consigo mesmo, para a consciência de nossa própria
finitude e fragilidade. Nele podemos contemplar nossa vida, meditando nossas
atitudes e gestos, percebendo a presença amorosa de Deus que nos acompanha”.
(Papa Francisco, 03/09/2018). Vamos pedir ao Senhor a graça de
discernir quando devemos falar e quando devemos ficar em silêncio.
DÉCIMO PRIMEIRO DOMINGO DO TEMPO COMUM – A
Com toda a Igreja hoje celebramos o décimo primeiro domingo do tempo comum. Neste domingo a liturgia nos mostra a presença efetiva e contínua de Deus, e sua intervenção na história através daqueles que Ele chama e envia para ser sinal vivo do seu amor e testemunha de sua bondade. Peço que façam uma leitura orante dos trechos de hoje. A primeira leitura Êx 19,2-6a, apresenta-nos o Deus da “aliança”, um Deus que liberta um povo, e o conduz pelo deserto, com todo o cuidada de Pai, (Êx 19,4 – “Vós mesmos vistes o que fiz ao Egito, como vos carreguei sobre asas de águia e vos fiz chegar até mim”) com o propósito de confiar-lhe uma missão sacerdotal: Israel deve ser um Povo reservado para o serviço de Deus, isto é ser sinal da presença salvífica de Deus: (Êx 19, 6ª “E vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa”). A segunda leitura Rm 5, 6-11, nos mostra o amor de Deus pela comunidade dos discípulos. Sua missão como colunas que sustentam a igreja, é dar testemu...

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