Reflexão do vigésimo quarto domingo do tempo comum - Ano c - 7 DE SETEMBRRO 2022
Hoje festejamos dois séculos da independência do nosso Brasil que foi libertado do domínio português.
A literatura nos conta que em sete de setembro de 1822, o príncipe regente D. Pedro I as margens do riacho Ipiranga na cidade de São Paulo proclama nossa independência. O Episódio conhecido também como “Grito da Independência”, pois D. Pedro teria dita as palavras “Independência ou Morte”
Más o que é liberdade? O dicionário traduz assim: “grau de independência legitimo que um cidadão, um povo ou uma nação elege como valor supremo, como Ideal.
Eu diria que liberdade é uma situação atemporal o conceito de liberdade depende da época que o fato acontece, para o povo brasileiro que vivia sob o domínio do povo português esta independência provoca uma real liberdade.
Mas para nossa época o que seria realmente liberdade? Será que um brado como aconteceu há 200 anos, bastaria para nossa liberdade? Eu diria que não, as exigências de hoje são diferentes, embora parecida, precisamos de moradia, terra para trabalhar, emprego, segurança, saúde educação, uma distribuição de renda mais justa onde o povo tenha voz e vez.
Para a caminhado do povo a liberdade acontece quando proclamamos juntos, com todos os direitos e deveres a proximidade com Deus nosso criador, na pessoa de Jesus Cristo nosso Salvador, envolvidos pelo Espirito Santo o santificador.
Hoje a igreja nos coloca, o Evangelho segundo Lc 6,20-26 onde refletimos as bens aventuranças, que é um grito de liberdade dado por Jesus em favor dos pobres, famintos e os sofredores, que se reconhecem como tal.
Este grito de liberdade, não teve como objetivo anestesiar a dor do pobre, más sim dizer que Jesus caminha com o povo fazendo uma catequese voltada para a restauração da humanidade e nos dando, não a esperança, más a certeza de que se temos Jesus Cristo como centro de nossas vida encontraremos o que, em toda vida perseguimos a liberdade.
Que nós possamos nos aproximar de Jesus Cristo abrindo o coração para que possamos discernir seus ensinamentos que com certeza nos levará a “Independência e vida”
Diácono Artur Pereira
07.09.2022
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